sábado, 29 de outubro de 2011

Texto sobre Missões
















Fazer Missões não é simplesmente pregar as Nações...
É Dar o seu melhor dentro de sua casa....

Fazer Missões não é só entregar um panfleto de evangelismo...
É ir direto ao ponto...

Fazer Missões não é só pregar um púlpitos enormes e bonitos....
É Pregar também em altares de baal...

Fazer Missões não é passar a mão em Jezabeel...
É apontar ao pecador o seu erro, mas também o caminho do
Arrependimento...

Missões É intercessão....
Missões É o seu melhor ao próximo....
Missões É Experiência Divina....
Missões É Poder de Deus....
Missões É Pregar quando nada está bem....
Missões É pregar nas praças....
Missões É Entrar nas biqueiras, nos prostíbulos e pregar o reconstruidor de sonhos...
Missões nada menos é do que IR, e no tempo Bíblico, IDE...



........................................................ SÓ ISSO, IDE...............................................

A TERRA CLAMA POR MISSÕES, QUEBRE O SILÊNCIO...................................


DEUS TE MANDA IR.....................................................

UM ABRAÇO ATÉ MAIS
OBRIGADO

Thalys Camilo

Aitolá iraniano pressiona pastor Yousef Nadarkhani


Apesar do governo do Irã tentar manter sigilo, sabemos que o pastor Yousef permanece vivo e firme nas suas convicções em Jesus.

Agentes do Ministério de Inteligência e Segurança Nacional do Irã visitaram o pastor Yousef na prisão e lhe entregaram impressos de propaganda islâmica. Os agentes pediram que o pastor Yousef lesse e refletisse sobre os materiais, que diziam que o Islã é a única fé verdadeira, e eles voltariam em outro dia para falar com ele.

Não está claro se a intenção dos agentes é de fazer o pastor criticar o Islã, e assim adicionar punições contra ele como a blasfêmia ou se eles estão tentando acabar com o escândalo internacional e dar mais uma oportunidade para o pastor voltar para a fé islâmica.

Podemos, no entanto, ter a certeza que essas informações são o resultado da crescente pressão internacional sobre o regime iraniano. O caso do pastor Yousef prossegue nas mãos do aiatolá do país, e não seria nenhuma surpresa se os agentes de segurança que o visitaram estivessem tentando tornar Yousef culpado.

Apesar do governo do Irã tentar manter sigilo, sabemos que o pastor Yousef permanece vivo e firme nas suas convicções em Jesus. As orações direcionadas ao caso do pastor estão sendo ouvidas e, apesar das condições terríveis, ele continua com boa saúde física, emocional e espiritual.

Um representante especial das Nações Unidas pediu publicamente ao governo do Irã para libertar o pastor Yousef Nadarkhani, que enfrenta possível enforcamento por não negar sua fé em Cristo.

Em discurso na Assembleia Geral de Assuntos Sociais, comitê Cultural de Assuntos Humanitários, também conhecidos como Terceira Comissão, o representante da ONU, Ahmed Shaheed, expressou nesta quinta-feira (20/out) sua preocupação pelas reiteradas violações do Irã aos direitos humanos.

“Estamos preocupados com uma recente decisão do Supremo Tribunal (do Irã) de ter sustentando uma sentença de morte para Yousef Nadarkhani, um pastor protestante que supostamente nasceu de pais muçulmanos, mas se converteu ao cristianismo quando tinha 19 anos”, disse Shaheed.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Fogo Na Itália

Itália um país considerado totalmente católico!!!! está sendo invadindo pelo poder de Deus, isso através de missionários brasileiros veja só isso quanto poder nessa vigília:

sábado, 22 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Pastor Youcef Nadarkhani seu destino terá desfecho em 3 semanas – Você pode ajudar…


Nos próximos 20 dias uma decisão é esperada no caso contra um pastor evangélico iraniano Youcef Nadarkhani, que enfrentam a pena de morte por não negar sua fé em Cristo.Leia o post e no final veja como você pode além das orações contribuir com a libertação do pastor….O Caso do pastor Youcef Nadarkhani foi entregue ao líder supremo do Irã, o aiatolá Khamenei, e o advogado acredita que uma decisão do caso Nadarkhani poderá vir nas próximas semanas.

Khamenei tem o poder de retardar ou até mesmo cancelar a pena de morte. Como dito pelo advogado do pastor evangélico, portanto o aiatolá terá que tomar uma decisão em breve, pois o caso está sofrendo cada vez mais pressão de lideranças do mundo inteiro e sabe-se que devido a isto a decisão será no máximo dentro de três semanas.

Os EUA através da Secretário de Estado, Hillary Clinton a qual recebeu uma carta de 89 membros democratas para intervenção no caso do pastor está instando o envolvimento das Nações Unidas no caso e colocar pressão sobre o Irã para liberar Nardarkhani.

Casos de execução por sentença de morte no país e raro, nos últimos 20 anos não se tem conhecimento de nenhuma, portanto crê-se que o pastor Youcef não sofrerá a sentença de morte,mas uma sentença que ele possa cumprir com vida ou até mesmo ser libertado de vez.

AÇÃO NAS EMBAIXADAS: ENTRE EM CONTATO NO SEU PAÍS E PEÇA A LIBERTAÇÃO DO PASTOR:
Mas não só as grandes agências e entidades estão se movendo. Muitos cristãos, além da oração, estão tomando medidas práticas que podem ajudar na libertação do pastor evangélico iraniano.

Você pode ser muito útil, escreva ou ligue para a embaixada iraniana em cada país para pedir o cancelamento da pena de morte e a liberação de Nardarkhani Yousef.

Qualquer pessoa que deseje fazê-lo, você pode procurar a embaixada iraniana em seu país neste link na internet-CLIQUE AQUI, ou então usando e-mail, por telefone ou fax.

Veja alguns emails que você pode estar escrevendo direto daqui:

Argentina
E-mail: embairan@hotmail.com

Brasil
E-mail: webiran@webiran.org.br

Colômbia

Espanha

México
E-mail mh.ghadiri @ gmail.com

Portugal

Uruguai
E-mail: @ embajada.iran adinet.com.uy

Venezuela
E-mail: embairanve@cantv.net

NOTA: O clamor é para que continuemos orando com mais afinco neste próximos 20 dias para que o Senhor tome o controle desta situação e mova os corações destes lideres e libertem o pastor. Amém…

Fonte: ODiário.com

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Líder Supremo do Irã é chamado para analisar caso de pastor Yousef


Enquanto o mundo aguarda a resposta final sobbre o caso de Yousef Nadarkhani, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor
O possível enforcamento do pastor Yousef Nadarkhani, que está enfrentando a sentença de execução por se recusar a negar a sua fé em Jesus, atingiu os mais altos níveis do governo iraniano, pois o Líder Supremo, Ali Khamenei foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor.

Mohammad Dadkah, advogado de Yousef, disse à CNN que Nadarkhani ainda está vivo e que o tribunal pediu que o maior líder religioso do Irã entrasse no debate. Embora Khamenei tenha a autoridade final em assuntos no Irã, tal movimentação é incomum para um caso que deveria ter sido decidido na segunda-feira (10/10).

Nadarkhani, líder de uma das maiores redes de igrejas domésticas do Irã, foi condenado por apostasia em novembro de 2010, uma acusação que ele pediu para ser revista pela Suprema Corte do país. Em julgamentos no mês passado, Nadarkhani se recusou a negar suas crenças em Jesus.

Após alguns julgamentos, o pastor Yousef foi acusado de ser sionista e ser uma ameaça para a segurança nacional. Mas o Supremo Tribunal do Irã apenas consta como acusação o crime de apostasia contra o pastor.

O caso atraiu atenção internacional, com governos de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e França emitindo declarações de preocupação quanto ao destino do pastor.

“Nadarkhani tem feito nada mais do que manter sua fé devota naquilo que acredita, o que é um direito universal para todos”, disse um porta-voz da Casa Branca. “As autoridades iranianas estão tentando forçá-lo a renunciar sua fé, o que viola os valores religiosos que eles alegam defender.”

Fonte: Site Missão Portas Abertas

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Egito tem o dever de proteger as minorias, dizem ministros da UE

LUXEMBURGO (Reuters) - Ministros da União Europeia disseram estar alarmados com a morte de pelo menos 25 pessoas nos confrontos entre a polícia militar e cristãos no Egito e disseram que autoridades tinham o dever de proteger as minorias religiosas.

Inicialmente o Ministério da Saúde informou que haviam morrido 24 pessoas, mas a mídia estatal depois divulgou uma nova cifra, de 25 mortos, na maioria cristãos.

O incidente, um dos mais violentos no Egito desde o levante que derrubou Hosni Mubarak em fevereiro, ocorreu no domingo no Cairo, onde cristãos protestavam contra um ataque realizado em uma igreja.

O secretário britânico de Relações Exteriores disse estar "muito alarmado" e o ministro alemão do Exterior, Guido Westerwelle, afirmou que a violência contra minorias religiosas é "inaceitável".

"Eu acho que é muito importante que as autoridades egípcias e todos os envolvidos reafirmem a liberdade religiosa no Egito e que todos os lados se afastem da violência", disse Hague a jornalistas antes da reunião de ministros de Relações Exteriores da UE, em Luxemburgo.

A violência no Cairo lança uma sombra sobre a primeira eleição parlamentar no país desde a derrubada de Mubarak. A votação começa em 28 de novembro e candidatos devem começar as inscrições a partir de quarta-feira.

Fonte:Site de notícias Reuters Brasil

Governo do Egito se reúne após morte de 24 cristãos em confronto


Por Dina Zayed e Edmund Blair

CAIRO (Reuters) - O confronto de cristãos com a polícia militar no Cairo no domingo deixou ao menos 24 pessoas mortas, levando o gabinete de governo a convocar uma reunião emergencial e prometer que a violência não prejudicaria a primeira eleição do Egito desde a derrubada do presidente Hosni Mubarak.

Os cristãos, minoria no país, protestavam sobre um ataque que ocorreu contra uma igreja. Eles incendiaram carros, queimaram veículos do Exército e atiraram pedras contra a polícia militar, que afirmou ter usado táticas coercitivas contra os manifestantes. O incidente foi um dos mais violentos desde o levante popular de fevereiro que derrubou o então presidente egípcio.

A violência lança uma sombra sobre a iminente eleição parlamentar. A votação começa em 28 de novembro e candidatos devem começar as inscrições nesta semana.

Os confrontos também aumentaram a crescente frustração de ativistas com o Exército, que muitos egípcios suspeitam quer manter o controle do país, mesmo depois de entregar a administração ao governo que será eleito. O Exército nega ter essa intenção.

"Esse é um dia sombrio na história militar. Essa traição, conspiração, assassinato", escreveu Magdy el-Serafy no Twitter, onde ele e outros egípcios expressaram frustração sobre a postura do Exército frente ao protesto.

O Ministério da Saúde disse que o número de mortos chegou a 24 e houve 213 feridos, segundo a agência de notícias local Mena. O ministério não identificou os mortos, mas a televisão estatal informou mais cedo que três soldados morreram no incidente.

O primeiro-ministro Essam Sharaf visitou o local próximo ao prédio da TV estatal onde os confrontos irromperam, disse a Mena, acrescentando que conversou com pessoas na área para saber a versão delas dos acontecimentos.

Os cristãos, que compõem 10 por cento da população egípcia de 80 milhões de pessoas, foram às ruas depois de culpar muçulmanos radicais de destruir parcialmente uma igreja na província de Aswan, na semana passada. Eles também pediram a demissão do governador da província por não conseguir proteger o prédio.

Tensões entre cristãos e muçulmanos aumentaram desde o levante popular que provocou a queda de Mubarak. Mas ativistas muçulmanos e cristãos disseram que a violência no domingo não ocorreu por conta das diferenças sectárias, mas era uma manifestação contra a atitude do Exército diante do protesto.

O Exército impôs o toque de recolher na praça Tahrir, no Cairo, foco dos protestos que derrubaram Mubarak, e na região central do Cairo.

Fonte: Site de notícia Reuters Brasil

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Espanhóis Protestam Contra Execução de Yousef Nadarkhani


Um grupo de dezenas de pessoas se reuniram em frente à embaixada iraniana em Madrid para pedir a libertação do pastor evangélico yousef Nadarkhani, que pode ser executado a qualquer momento no Irã por permanecer fiel à sua fé cristã.


Segundo o site Mundo Cristiano, milhares de mensagens foram enviadas à embaixada iraniana na última semana, pedindo pela vida de Yousef, que nasceu Muçulmano mas se converteu ao Cristianismo.

Convocados pela entidade HazteOir, ligada à igreja católica, os manifestantes se uniram à União de Jovens Batistas de Madrid e outros Cristãos para protestar.

Os representantes da manifestação tentaram ser recebidos pelas autoridades diplomáticas iranianas, mas este rejeitaram encontrar-se com os manifestantes.

O manifesto preparado para a ocasião foi deixado na caixa de correio da embaixada com os dizeres “Liberdade a Yousef ".

O Pastor Nadarkhani enfrenta a execução por se recusar a negar sua fé cristã, embora as notícias recentes mostrem que ele está no corredor da morte por crimes contra a segurança nacional.

As autoridades iranianas acrescentaram as acusações de estupro e extorsão, o que difere de sua sentença original que é de apostasia, por se negar a voltar para o Islamismo.

Um ministério de missões que tem acompanhado de perto o caso diz que o governo iraniano está tentando confundir e enganar a mídia ocidental e lideres políticos com relatos conflitantes.

Os crimes acrescentados ao réu não possuem provas de julgamento legal.

Os protestos tem tomado uma escala mundial como forma de pressionar as autoridades iranianas a desistir da execução, que ameaça sobremaneira a liberdade religiosa.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Pastor Yousef está cada vez mais próximo de sua execução


O pastor Yousef Nadarkhani corre um risco ainda maior de enfrentar a sentença de morte após receber novas acusações, incluindo a de ser uma ameaça à segurança nacional

O pastor Yousef Nadarkhani, que foi preso e inicialmente condenado à morte por apostasia, recusando-se a renunciar à sua fé em Jesus, está correndo um perigo ainda maior de enfrentar a sentença de morte após receber novas acusações, incluindo a de ser sionista e uma ameaça à segurança nacional.

“Ele foi acusado de ser sionista e, portanto, um traidor; esta acusação é considerada das mais graves no Irã”, disse Jordan Sekulow, diretor executivo do Centro Americano de Direito e Justiça (ACLJ).

“Infelizmente nós sabemos que essas novas acusações que o pastor Yousef recebeu podem justificar a sua execução”, completou Jordan.

Em uma decisão do Supremo Tribunal do Irã, Nadarkhani foi condenado à execução por enforcamento, porque quebrou a lei islâmica, realizou cultos cristãos e batizou outras pessoas.

Em nenhum lugar dos relatórios relacionados ao caso existe a menção sobre as novas acusações que o pastor está recebendo. Mohammed Ali Dadkhah, advogado de Usoef, diz que não o pastor não recebeu nenhuma dessas novas acusações informadas.

“As informações sobre essas novas acusações vêm de um ramo político, e não de uma figura judicial, um promotor ou de um membro do tribunal. A Justiça do Irã não fez novas acusações contra ele”, disse Dadkah.

Marco Feliciano articula em Brasília manifestação a favor de Yousef Nadarkhani

O deputado federal tenta enviar um documento para a embaixada iraniana para que a condenação seja anulada

O pastor e deputado federal Marco Feliciano está articulando em Brasília a manifestação das autoridades brasileiras junto à Embaixada do Irã e outros órgãos internacionais para que a condenação do pastor Yousef Nadarkhani seja anulada.

Diante dessas informações de que o pastor iraniano pode ser enforcado a qualquer momento por não negar sua fé em Jesus Cristo, Feliciano está elaborando um documento formal às autoridades competentes pedindo para que intercedam com urgência contra essa execução.

Nadarkhani está preso sob acusação de apostasia, por ter deixado o islã para se tornar cristão, mas devido a grande repercussão desse o caso, a justiça de Gilan passou a acusá-lo de outros crimes. De acordo com informações da Fox News, Yousef está sendo acusado até de ameaça à segurança nacional, crime de traição, como se ele fosse um espião a mando de Israel.

Essas novas acusações ameaçam ainda mais a vida do pastor que está preso há dois anos, mas só pode receber uma visita por semana. É dessa forma que os parentes e advogados estão conseguindo ter a certeza de que ele ainda está vivo. “Esta é uma barreira que temos de superar a cada dia quando tentamos obter a confirmação de que ele está vivo”, disse uma fonte não identificada da ACLJ.

Senador Paulo Paim envia requerimento ao presidente do Senado em favor do pastor Yousef

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal, senador Paulo Paim (PT-RS), enviou ontem (5/10) ao presidente do Senado, José Sarney, um requerimento de moção em apoio ao pastor iraniano Yousef Nadarkhani.

A mobilização teve início com o apelo feito, em plenário, pelo senador Marcela Crivella (PRB-RJ) na quinta-feira, dia 29 de setembro. Ele discorreu sobre o caso do pastor iraniano, ameaçado de morte por enforcamento simplesmente porque ele não aceitou negar sua fé em Jesus Cristo.

Nessa mesma data, o senador Paim comprometeu-se a entregar um documento ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para que fosse enviado à Embaixada do Irã, pedindo pela vida de Yousef Nadarkhani. Os senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Jayme Campos (DEM-MT) e Geovani Borges (PMDB-AP) também se solidarizaram com a causa apresentada por Crivella.

A Portas Abertas Brasil esteve em contato com os assessores do senador Paim todo esses dias questionando sobre o envio do documento. Ontem, finalmente, o requerimento seguiu para Sarney. Leia o requerimento aqui.

Continuamos em busca das autoridades brasileiras para intervir na questão dos direitos humanos do Irã, uma vez que o Brasil mantém ótimas relações diplomáticas com o presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Mobilização mundial

De acordo com a agência de ajuda humanitária Christian Solidarity Worldwide(CSW), mais de 50.000 pessoas já enviaram emails para as embaixadas iranianas ao redor do mundo.

Aqui no Brasil, em vez de participarmos desses abaixo-assinados internacionais, escolhemos pressionar as autoridades brasileiras porque consideramos que o Brasil tem mais influência e voz ativa junto ao governo do Irã do que qualquer outro país do ocidente.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Expulsão por blasfêmia de menina cristã alarma cristãos anglo-paquistaneses


Cristãos anglo-paquistaneses expressaram desalento pela expulsão de uma menina cristã de uma escola, sob alegações de blasfêmia.

Cristãos anglo-paquistaneses expressaram desalento pela expulsão de uma menina cristã de uma escola, sob alegações de blasfêmia.

Faryal Bhatti foi acusada de blasfêmia por funcionários da Escola de Ensino Médio para Meninas Sir Syed, na colônia de Fábricas de Material Bélico (POF), em Havelian, perto de Abbottabad.

A acusação foi feita após ela ter escrito erradamente uma palavra durante um teste sobre um poema de louvor ao Profeta Maomé.

Ela teria sido surrada pela professora por causa do erro, antes de a escola ter decidido expulsá-la.

Muçulmanos da região fizeram uma manifestação exigindo que Faryal fosse acusada criminalmente. Durante as orações de sexta-feira, dia 23/09, imãs disseram que toda a sua família deveria ser punida.

A decisão de expulsá-la foi tomada após uma reunião dos funcionários da escola com a menina e sua mãe, em que Faryal se desculpou e tentou explicar que tinha sido um simples erro de ortografia.

Wilson Chowdhry, diretor da Associação Cristã Anglo-Paquistanesa, disse que este não foi um incidente isolado e que os cristãos nas escolas do Paquistão são forçados a assistir às aulas islâmicas e suportam pressão para se converter ou participar dos cultos islâmicos.

Ele disse que a expulsão de Faryal “demonstra que, muito frequentemente, há pouca diferença entre os estabelecimentos de educação ‘convencionais’ e ‘extremistas’ no Paquistão”.

Ele criticou a decisão do governo britânico em continuar investindo milhões de libras no sistema de educação do Paquistão, que, “rotineira e sistematicamente, discrimina e oprime as crianças de minorias religiosas, aumentando efetivamente as práticas islâmicas extremistas”.

O Centro de Assistência Jurídica, Auxílio e Assentamento, que provê apoio jurídico aos cristãos perseguidos no Paquistão, também condenou as reivindicações de blasfêmia contra Faryal.

Seu coordenador no Reino Unido, Nasir Saeed, disse: “O erro de ortografia cometido por Faryal foi uma questão de acrescentar um ponto a uma palavra. Apenas um simples ponto a tornou uma criminosa e mudou sua vida.

“Contudo, esta é outra demonstração de quão desenfreadamente as leis de blasfêmia do Paquistão estão sendo usadas com abuso para perseguir os cristãos”.

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